segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Masks.


É como se fosse uma máscara. O que aparece em primeiro plano é o mais positivo. Pareço estar feliz, fingo um sorriso, digo coisas engraçadas, ou melhor, idiotas, mais fazem todo mundo rir. Não aparento ser uma pessoa triste. É como se nada estivesse acontecendo comigo. Mas, quando tiro essa máscara, mostro minha segunda face, e não é isso que se vê. Meu rosto tem uma expressão triste, meus olhos se mantêm secos por um bom tempo, mais a minha alma chora, e com isso, meus olhos se rendem, formando pequenas gotas sobre um rosto. E quando chega a noite, depois que deito, vejo que não estás mais comigo, me afogo ao travesseiro, usando-o como um paninho para enxugar as lágrimas. Acho que até o travesseiro já está cansado, cansado de saber minha dor. Cansado de ver meus sonhos, e de saber que hoje eles já estão perdidos. Não aguentando mais ler meus pensamentos que só chamam por uma coisa: você.
A noite é o momento que eu mais consigo me encontrar, e quando por fim eu consigo dormir, me vem um sonho -ou melhor, já nem sei mais se é sonho ou pesadelo-, onde eu te encontro, e nós conversamos e somos felizes e bobões apaixonados, como nos filmes. Mas, quando por fim acordo, vejo que tudo não passou de ilusão. E novamente eu ponho minha máscara, e volto pro mndo real.
Você não conheçe á mim, só acha, não sabe o que sinto, nunca saberá, pois minha dor pra você não é nada, é como se o que tivesse acontecendo comigo não fosse mudar o mundo. Realmente não muda, mesmo se mudasse, não seria nada pra você. A mesma coisa que você agora é pra mim, nada. Eu só espero o tempo passar para poder fechar os olhos, mais uma vez.


E só nos restará lágrimas do que parecia ser só mais uma emoção.

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